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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Pela Estrada Fora de Jack Kerouac

“Para onde ides vós, América, no vosso automóvel a cintilar pela noite fora?”


Vibrante...

Cheio de vida e cor...

Um retrato vivido de uma geração...


«Para as adolescentes, ele foi o poeta louco, o primeiro amor que nunca esqueceram, com a sua conversa sobre boleias em comboios de carga e carros, estrada fora. Kerouac criou um herói de estilo moderno em Pela Estrada Fora; inventou a Geração Beat, originou um estilo de viver e um estilo de escrever.»
The Guardian

O livro conta as viagens de Sal Paradise pelas estradas da America nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial na companhia do amigo Dean Moriarty. São páginas repletas de noites loucas... de alcool... de excessos... e de jazz muito jazz.
Da Costa Leste à Costa Oeste... de Norte a Sul os personagens loucos que habitam este livro percorrem as estradas americanas em busca de algo que nunca encontram...
Mais do que um romance é uma história dos fundadores do movimento Beat:
Neal Cassady transformouse em Dean Moriarty, Allen Ginsberg em Carlo Marx, William Burroughs em Old Bull Lee, e o próprio Kerouac em Sal Paradise.

"Para onde ides vós, América, no vosso automóvel a cintilar pela noite fora?” É a pergunta que a páginas tantas um dos personagens (Carlo Marx) faz e é uma pergunta que fica por responder.

Um romance que marcou toda uma geração.
Um livro magnifico...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Terceiro Reich de Roberto Bolaño

Udo Berger, que sempre quis ser um grande escritor, mas que tem de se conformar em ser o campeão de "jogos & estratégia de guerra em Stuttgart", decide ir ao Hotel del Mar, na Costa Brava catalã, com a sua nova namorada, Ingeborg (nome de uma das personagens de 2666). O objectivo é treinar-se para participar num novo jogo de estratégia, justamente Terceiro Reich, e preparar-se para ganhar um torneio internacional. Eles compartilham as suas férias com um outro casal alemão, Charlie e Hanna, até que o primeiro destes desaparece misteriosamente depois de se cruzar com dois sinistros personagens que também levantam suspeitas junto das autoridades locais: «O Lobo» e «O Cordeiro». Entretanto, Udo Berger é perseguido por um detective estranho e sombrio e, atormentado por essa perseguição sem sentido, acaba por entrar em delírio com a "paisagem surreal da Costa Brava". Tudo isto acontece quando entra num jogo de vida ou morte com um personagem enigmático e de rosto desfigurado, El Quemado. Uma autêntica sinfonia de literatura, política, divertimento surreal, absurdo. Gozo puro.

Surreal...? Absurdo...?
Talvez sim. Mas com a capacidade de prender o leitor de o fazer mergulhar na história e nos personagens nos ambientes... Conseguimos sentir as angustias do personagem como se fossem as nossas e isso poucos escritores conseguem...
Talvez não tenha a qualidade de 2666 como já li e ouvi dizer mas é ainda assim um excelente romance - um dos melhores que li nos últimos tempos...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O Deus das Moscas de William Golding

Há algo neste livro que eu não sei explicar... mas sei que, desde a primeira vez que o li, já lá vão mais de quinze anos, nunca mais o consegui largar... É um daqueles livros que me acompanham onde quer que vá e a que regresso vezes sem conta.

Publicado originalmente em 1954, O Deus das Moscas de William Golding é um dos mais perturbadores e aclamados romances da actualidade.
Um avião despenha-se numa ilha deserta, e os únicos sobreviventes são um grupo de rapazes. Inicialmente, desfrutando da liberdade total e festejando a ausência de adultos, unem forças, cooperando na procura de alimentos, na construção de abrigos e na manutenção de sinais de fogo. A supervisioná-los está Ralph, um jovem ponderado, e o seu amigo gorducho e esperto, Piggy. Apesar de Ralph tentar impor a ordem e delegar responsabilidades, muitos dos rapazes preferem celebrar a ausência de adultos nadando, brincando ou caçando a grande população de porcos selvagens que habita a ilha. O mais feroz adversário de Ralph é Jack, o líder dos caçadores, que consegue arrastar consigo a maioria dos rapazes. No entanto, à medida que o tempo passa, o frágil sentido de ordem desmorona-se. Os seus medos alcançam um significado sinistro e primitivo, até Ralph descobrir que ele e Piggy se tornaram nos alvos de caça dos restantes rapazes, embriagados pela sensação aparente de poder.

É um retrato cruel da natureza humana. É um retrato da história humana. Duro. Cruel. Por vezes sombrio e perturbador. Mas é um retrato fiel.
E por isso mesmo um livro magnifico...

Os Ladrões de Cisnes de Elizabeth Kostova


Aqui há uns anos tropecei por acaso num livro de que gostei imenso e que se chamava: "O Historiador" um livro que me prendeu. Há dias tive o prazer de encontrar numa livraria um livro da mesma autora.

O livro chama-se "Os Ladrões de Cisnes" e a autora Elizabeth Kostova.

O psiquiatra Andrew Marlow tem uma vida pacata e organizada, compensando a solidão com a dedicação ao trabalho e ao passatempo da pintura. Esta ordem é destruída quando o célebre e carismático pintor Robert Oliver ataca um quadro na Galeria Nacional e se torna seu paciente.
Internado numa instituição psiquiátrica, o pintor remete-se ao silêncio absoluto e recusa-se a revelar as razões que o levaram a atacar a obra de arte que retrata o corpo nu de uma mulher subjugada por um grande cisne branco. A única coisa que Oliver faz é desenhar repetidamente a figura misteriosa de uma bela mulher vestida à moda do período vitoriano.
Desesperado por compreender o segredo que atormenta o génio, o psiquiatra embarca numa viagem que o leva a conhecer as mulheres da vida de Oliver e a descobrir um trágico segredo esquecido há mais de cem anos. À entrada do labirinto, Marlow não sabe ainda que também ele será acometido por uma estranha obsessão.

Mais do que uma história é um conjunto de três histórias ligadas entre si e que a autora vai contando com um talento assombroso. Desde finais do Séc. XIX até aos nossos dias as histórias que a autora conta fundem-se numa trama única tendo um quadro como elo de ligação.
De um lado a história de Robert Oliver, contada pelas mulheres que o amaram e que viveram com ele durante anos... de outro lado a investigação levada a cabo pelo psiquiatra Andrew Marlow na tentativa de tratar Oliver... e ainda a verdadeira história por trás do quadro que Oliver atacou e a misteriosa mulher que ele insiste em retratar.

Um excelente livro, embora por vezes um pouco previsível... mas ainda assim excelente!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Luka e o Fogo da Vida de Salman Rushdie

De volta à campanha Nobel Pró Rushdie.








Como ninguém seguiu a sugestão do Luís tive de comprar este livro a seguir ao Natal… e mesmo tratando-se de uma história para adolescentes (foi escrita para o filho de doze anos) encontra-se nestas páginas toda a magia e criatividade deste que é, na minha opinião, o melhor escritor da actualidade.
Anos atrás Rushdie escreveu “Harun e o Mar de Histórias” que dedicou ao seu filho mais velho (se alguém souber onde o consigo arranjar por favor digam-me) Este livro sendo uma história diferente é uma espécie de continuação dessa história e dedicada ao seu filho mais novo.

Luka o irmão mais novo de Harun embarca numa aventura pelo Mundo da Magia numa tentativa de salvar o pai. Com ele viajam um urso chamado Cão e um cão chamado Urso. Pelo caminho cruzam-se com todo o tipo de obstáculos, adversários temíveis e poderosos e também, claro está, aliados e novos amigos.
Uma história, como já disse, repleta de magia e fantasia a fazer por vezes lembrar “O Feiticeiro de OZ” (assumidamente o filme preferido do autor). Uma história para adolescentes, sim senhor mas para ser lido por todos. Uma história fantástica que prova o talento e versatilidade deste grande senhor que já merece há muito o Nobel (cá volto eu ao mesmo!!!!!!) que os suecos insistem em negar-lhe.


Numa bela noite estrelada, na cidade de Kahani, em terras de Alifbay, aconteceu uma coisa terrível: o pai de um rapaz de doze anos chamado Luka, o contador de histórias Rashid, mergulhou súbita e inexplicavelmente num sono tão profundo que não havia quem conseguisse acordá-lo. Para o salvar de se sumir por completo, Luka tem de empreender uma jornada pelo Mundo Mágico, deparando pelo caminho com um sem-número de fantasmagóricos obstáculos, a fim de roubar o Fogo da Vida, uma tarefa aparentemente impossível e extremamente perigosa.

Com Harun e o Mar de Histórias, Salman Rushdie creditou-se como um dos melhores contadores de fábulas contemporâneas, e o livro revelou-se uma das suas obras mais populares junto de leitores de todas as idades. Se Harun foi escrito como presente para o seu primeiro filho, Luka e o Fogo da Vida, a história do irmão mais novo de Harun, é uma prenda para o segundo filho, por ocasião do seu décimo segundo aniversário.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Historias daqui e dali de Luis Sepulveda



Um conjunto de vinte e cinco pequenos textos pessoais de um dos melhores autores da actualidade. Um conjunto de textos que evoca pessoas, lugares ou situações espalhadas pelo tempo e pela memória do autor.
São todos eles textos carregados de sentimentos profundos (saudade por pessoas e locais desaparecidos, magoa pela crueldade e injustiça que o rodeiam…) e, em todos eles, está presente o olhar apurado e critico do autor.
Um excelente livro que se lê de um só fôlego

«Tá diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e Tá respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra "amanhã" plena de sentido.»

Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana.

Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali, mas as palavras do autor remetem-nos sempre para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A Historia de Mayta de Mario Vargas Llosa

«- Tarde ou cedo, a história terá de ser escrita -, diz o senador, remexendo-se na cadeira até encontrar uma posição cómoda para a perna lesionada. - A verdadeira, não o mito. Embora ainda não seja a altura, por enquanto.»

Foram (pelo menos) onze anos a procurar por este livro. Nem em livrarias, nem alfarrabistas nem sequer na feira das velharias o consegui encontrar…

E agora que o Homem ganhou (finalmente!!!) o Nobel da literatura, finalmente encontrei-o, foi uma prenda de Natal é verdade, mas fui eu quem disse que queria receber este livro em particular.



A Historia de Mayta conta a história de Alejandro Mayta, o primeiro revolucionário peruano e da tentativa frustrada de fazer uma revolução no Peru.

A história é-nos contada através das entrevistas que o autor vai fazendo aos diversos personagens que lidaram directamente com Mayta. E através da confusão dos depoimentos por vezes contraditórios o autor cria uma pequena obra-prima em que vai desenvolvendo a história por trás quer do personagem quer das atitudes e depoimentos daqueles que vai entrevistando…

Foram (pelo menos) onze anos à espera de conseguir encontrar este livro mas posso garantir que valeu a pena…
Como de costume neste Grande Escritor, o livro é magnifico…

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A todos os que por aqui passam desejo um santo e feliz Natal e um ano novo com muita saúde alegria e boas leituras

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A Saga do Assassino de Robin Hobb

Antes de falar no(s) livro(s) que vos quero sugerir hoje quero deixar um recado para o Mário:A D. Quixote reeditou "A História de Mayta"... As tuas súplicas foram atendidas!!!!!















Agora o(s) livro(s) (é uma saga que já vai em cinco volumes) que vos vou sugerir foram-me indicados pelo Mário e como não podia deixar de ser é uma história de fantasia.






















O jovem Fitz é filho bastardo do nobre Príncipe Cavalaria e cresce na corte do Rei Sagaz. Marginalizado por todos, o rapaz refugia-se nos estábulos reais, mas cedo o seu sangue revela o Talento mágico e, por ordens do rei, é secretamente iniciado nas temidas artes do assassino. Quando salteadores bárbaros atacam as costas, Fitz enfrenta a sua primeira e perigosa missão que o lançará num ninho de intrigas. E embora alguns o encarem como uma ameaça ao trono, talvez ele seja a chave para a sobrevivência do reino. Com uma narrativa povoada de encantamentos, heroísmo e desonra, paixão e aventura, o Aprendiz de Assassino inicia um das séries mais bem-amadas da fantasia épica.


Robin Hobb é um diamante no meio de calhaus”
- George R. R. Martin (autor de As Crónicas de Gelo e Fogo)


Robin Hobb
Robin Hobb, de nome verdadeiro Margaret Astrid Lindholm Ogden, nasceu em 1952 na Califórnia. Usa o pseudónimo Robin Hobb devido às vendas pouco satisfatórias sob o nome Megan Lindholm.

Robin Hobb tem escrito histórias desde que aprendeu a escrever. Sabia desde tenra idade que queria ser escritora mas era realista o suficiente para saber que muito poucos são capazes de se sustentarem financeiramente apenas através da escrita. Todavia, lutou pelo seu sonho e preparou-se para desempenhar outras profissões enquanto se dedicava à escrita.

Aos nove anos de idade, Robin e a família deixaram Califórnia para viver no Alasca. Foi aqui que conheceu o seu primeiro amigo e companheiro, um híbrido de cão e lobo chamado Bruno, que a acompanhava nas suas explorações nas florestas que rodeavam a sua casa de família. Devido a este modo de vida auto-suficiente e básico, tornou-se especialista em canalização e electricidade.

Depois de se licenciar na Universidade de Denver, regressou ao Alasca e casou-se com um pescador. Foram viver numa pequena ilha na costa do Alasca chamada Kodiak e têm vivido junto ao mar desde então. Autora de doze romances, foi nomeada para os Prémios Hugo e Nébula, mas nunca venceu.

No decurso de dez anos, Robin Hobb teve três filhos e nesse tempo conseguiu também continuar a escrever histórias e enviá-las para revistas. Em 1982, publicou o seu primeiro livro, HARPY'S FLIGHT e seguiram-se três outros livros com as mesmas personagens. Estas obras foram escritas com o pseudónimo Megan Lindholm e embora tivessem obtido críticas positivas da parte dos leitores e críticos, a fama e fortuna ainda estavam muito distantes. Depois de várias colaborações e outras obras publicadas, decidiu sentar-se e começar a escrever algo diferente, um livro que ia escrevendo sob o nome "Bastardo de Cavalaria", e que era contado na primeira pessoa, uma técnica pouco comum. Foi por esta altura, em conversa com o seu agente, que decidiu criar um novo nome que se adequasse a este novo estilo de escrita - o andrógino Robin Hobb foi escolhido, pois Robin tanto podia ser o nome de um homem ou de uma mulher e Hobb era usado devido à sua semelhança com personagens de fantasia como Hobbits e Hobgoblins.

A série de fantasia mais popular de Robin Hobb é A SAGA DO ASSASSINO. A ideia para a trilogia surgiu num pedaço de papel que conservava numa gaveta, dizia simplesmente "E se a magia fosse viciante?" e "E se a magia fosse destrutiva ou degenerativa?". Constituída por três volumes, o enredo segue as aventuras de um assassino treinado de nome Fitz. A trilogia iniciou-se com APRENDIZ DE ASSASSINO, publicado em 1995, seguido por ROYAL ASSASSIN em 1996 e ASSASSIN'S QUEST em 1997. A SAGA DO ASSASSINO catapultou Robin Hobb para a fama e sucesso.

Pouco depois de completar a primeira trilogia, escreveu a trilogia THE LIVESHIP TRADERS, com uma relação necessária aos primeiros livros. A trilogia é uma história náutica que começa com SHIP OF MAGIC, publicado em 1998, THE MAD SHIP (1999) e SHIP OF DESTINY no ano 2000.

Dois anos depois da publicação de THE SHIP OF DESTIINY, a nova trilogia da Hobb THE TAWNY MAN continuou a história de Fitz e começa quinze anos depois dos eventos de ASSASSIN'S QUEST. Os três livros são FOOL'S ERRAND (2002), GOLDEN FOOL (2003) e FOOL'S FATE (2003).

Em 2005, Robin Hobb saiu do mundo das suas trilogias e escreveu a THE SOLDIER SON TRILOGY que segue a vida de Nevare Burvelle e a sua formação e educação na Academia King Cavalla. Os três livros são SHAMAN'S CROSSING (2005), FOREST MAGE (2006) e RENEGADE'S MAGIC.

Robin Hobb e o marido Fred têm três filhos crescidos e um adolescente, e três netos. Como Megan Lindholm, escreveu uma série de romances de fantasia, como THE REINDEER PEOPLE e WOLF'S BROTHER.

Prémios:
British Fantasy Society Best Novel nominee (1996) : Royal Assassin
British Fantasy Society Best Novel nominee (1996) : Assassin's Apprentice
British Fantasy Society Best Novel nominee (1997) : Assassin's Quest

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Terra em Chamas de Bernard Cornwell

Eis finalmente a continuação de uma das melhores sagas dos últimos anos.
Terra em Chamas continua a história da formação de Inglaterra. É uma história envolvente que se desenrola numa Inglaterra de tremenda agitação e conflitos e Uhtred, o seu maior guerreiro, é um homem temido e respeitado em todo o território, o Senhor da Guerra. Os últimos anos do velho século foram tempos perigosos para a Inglaterra. Alfredo do Wessex, homem de muitas vitórias, tem uma saúde débil, o seu sucessor é um jovem sem provas dadas e os vikings, que tantas vezes fracassaram na conquista do Wessex, aproveitam a oportunidade para atacar.

«Em Terra em Chamas, eis o mundo de Alfredo restaurado – impecavelmente investigado e iluminado com a cor e a paixão de um mestre contador de histórias.

A narrativa de Cornwell tem a qualidade de um grande escritor aliada a uma pesquisa soberba.» – Observer

Cornwell é, muito provavelmente o melhor escritor de romances históricos do mundo, e não estou a exagerar quando digo isto. Ele dá atenção aos detalhes, ao rigor histórico, aos mais pequenos pormenores.
Cornwell é simplesmente GENIAL!!!!

Se conhecem alguém que começou a ler esta saga é uma boa prenda para o Natal (apesar dos litros de sangue e de todas as batalhas...)